20abr

Férias!

Queridos amigos e visitantes,

Chegou aquela época do ano em que nos damos ao luxo de deixar as atividades profissionais um pouco de lado para curtir a família, passear e renovar as energias. Neste período estarei viajando e, portanto, impossibilitada de fazer atendimentos. Em casos de urgência, deixo aqui os contatos de grandes profissionais (Rio de Janeiro e Niterói), pessoas em cujo trabalho confio e me espelho:

Flavia Bessa – 8114-0749

Fabíola Costa – 9899-4885

Aline Sudo – 9807-4442

Outra possibilidade são os Bancos de Leite Humano, que sempre oferecem serviço de aconselhamento para mães que amamentam ou que estão com dificuldades. Procure o mais próximo da sua residência neste link.

Meus atendimentos serão retomados a partir do dia 16 de maio.

Desejo a todos uma Feliz Páscoa ou um Feliz Pessach!

 

19abr

Livro recomendado: “Socorro, eu não sei AMAMENTAR!”, de Grasielly Mariano

Sabe aqueles livros que a gente nem leu ainda e já recomenda? Pois este é mais um destes casos. A enfermeira Grasielly Mariano reuniu sua experiência enquanto enfermeira, consultora em amamentação e mãe e nos presenteou com mais uma publicação direcionada às mães que buscam o sucesso na amamentação.

Vejam o release:

Amamentar não é instintivo? Definitivamente, NÃO! Mamães aprendem amamentar, amamentando… E bebês aprendem a mamar, mamando. Entretanto, esse relacionamento nem sempre tem início tranquilo, o que leva muitas famílias ao desespero. Ter dificuldade para amamentar torna tudo muito urgente, pois os sintomas da mãe ou do bebê desestabilizam a harmonia familiar, deixando os membros muito tensos e dispostos a encontrar qualquer solução mais fácil e rápida – nem que seja oferecer a tão temida fórmula infantil na tentativa de conseguir tranquilidade, aliviar dores, dormir e ter uma falsa sensação de que está tudo bem… Pelo menos pelas próximas duas horas. Um crime!

Um livro-guia escrito por uma enfermeira, consultora em aleitamento materno, mãe de duas crianças, que compartilha suas experiências pessoais e profissionais para ajudar as mais novas nutrizes a amamentarem seus bebês. Escrito em 25 capítulos, o livro traz orientações sobre como proceder se a mamãe for surpreendida pelas fissuras e rachaduras, mastites, bloqueio de ductos, se ela tiver feito mamoplastia, se quiser se preparar para o retorno ao trabalho, se ela tiver uma doença, entre outros tantos assuntos de extremo valor para a família toda, fundamentado na ciência e nas experiências profissionais.

Nunca escondi, e até me sinto orgulhosa de dizer, que me tornei consultora porque me comovi com as minhas próprias frustrações, porque sonhei enlouquecidamente com minha filha mamando até que ela mesma quisesse parar, e tudo parecia jogar contra. Passei inúmeras noites acordada tentando ajudar a mim mesma, chorei, pedi ajuda, ouvia todos os conselhos de “anjinhos” e “diabinhos”, até que finalmente encontrei, de uma forma que eu não imaginava, o tão sonhado “Prazer em Amamentar”.

Grasielly Mariano é enfermeira, consultora em aleitamento materno por três instituições insternacionais, membro pesquisador do Núcleo de Ensino e Pesquisa em Aleitamento Materno da Escola de Enfermagem da USP. Já escreveu muitos artigos científicos na área, os quais foram publicados e apresentados no Brasil e no exterior. Ainda, realiza pesquisas no Canadá e Portugal sobre a temática da amamentação e relactação.

Editora Lexia

Lançamento: Maio – 2011 em São Paulo

Informações: livro@lactare.com

Site: http://socorroeunaoseiamamentar.wordpress.com/

 

13abr

Carta aberta às mães e pais (BLOGAGEM COLETIVA)

CARTA ABERTA ÀS MÃES E PAIS:

Que futuro terão nossos filhos?

Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.

A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?

Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.

Se desejamos alcançar uma paz real no mundo, temos de começar pelas crianças. Gandhi

O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?

Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?

O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.

O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?

Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!

Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.

Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.

Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!

Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.

Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor! Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ.

 

Ana Cláudia Bessa www.futurodopresente.com.br

Cristiane Iannacconi www.ciclicca.blogspot.com

Letícia Dawahri www.sorrisosdaalma.blogspot.com

Luciana Ivanike www.lucianaivanike.blogspot.com

Monique Futscher www.mimirabolantes.blogspot.com

Renata Matteoni www.rematteoni.wordpress.com

 

12abr

Lançamento do livro “Parto com amor”

Quem conhece meu trabalho e frequenta meu site sabe da importância que dou ao parto como processo chave para início de uma amamentação bem sucedida. Acredito fielmente que a humanização no atendimento à gestante e ao bebê podem ser o ponto de partida para um relacionamento bem sucedido e uma ótima experiência de amamentação. Na minha opinião, o protagonismo da mulher se resgata durante a gestação e culmina durante o processo do parto e amamentação, pois estes são a representação física de uma conjunção de fatores emocionais e sensoriais que elaboramos durante toda uma vida.

Com essa introdução, gostaria de recomendar um livro cujo lançamento acontece esta semana em SP e, acredito em breve, em todo o país. Trata-se do livro “Parto com amor“, de Luciana Benatti e Marcelo Min, idealizadores de um site que curto muito, o Parto com prazer. O livro traz os relatos de partos humanizados vividos por 9 mulheres em variadas circunstâncias,  e suas trajetórias para conquistá-los. As histórias contam ainda com lindas fotos feitas pelos autores, de momentos do trabalho de parto e nascimento.

Se você está gestando, não deixe de ler este e outros livros com relatos de experiências bem sucedidas – tanto no parto quanto na amamentação. A preparação psicológica é de extrema valia neste momento tão delicado e particularmente recheado de dúvidas. Sabemos o quanto as pessoas gostam de barbarizar, reproduzindo no boca a boca estórias horripilantes de parto que muitas vezes são fruto de uma imaginação fértil e sem muito compromisso com a realidade. Que tal ouvir de mulheres reais suas lindas experiências transformadoras e como foi a trajetória de acesso a elas?

Livro: Parto com amor, de Luciana Benatti e Marcelo Min

Editora: Panda Books

228 páginas, preço médio: R$ 56,90.

Por enquanto, à venda no site da editora. Em breve, nas principais livrarias do país.

05abr

10 dicas de amamentação para os primeiros dias

1)      Use várias almofadas e travesseiros para dar apoio às costas e braços. Use um banquinho para elevar seus pés e procure um lugar confortável. Não fique presa a uma poltrona, vá experimentando vários assentos e cômodos da casa, diferentes posições, até se sentir confortável.

2)      Dê suporte ao seio com os dedos em “C”, por baixo da mama. Não aperte o seio próximo ao mamilo, com as mãos em “tesoura”, pois isso atrapalha o fluxo de leite. Se a mama estiver muito pesada, você pode usar uma fralda enrolada por baixo, para elevá-lo e dar suporte.

3)      O nariz do bebê deve estar na altura do mamilo.

4)      Faça uma “pinça” apertando toda a aréola e vá encostando seu mamilo na boca do bebê, até que ele faça uma boa abertura. Só então você traz o bebê para perto de si e solta toda a aréola dentro da sua boca. Dê apoio à cabeça do bebê com suas mãos.

5)      Depois que o bebê já estiver sugando, tente ver se os lábios estão virados para fora (peixinho), e não amassados para dentro. Com seu dedo, você pode forçar levemente a abertura empurrando o queixo para baixo. O lábio superior por sua vez, deve quase tocar o nariz do bebê.

6)      Mantenha o bebê bem próximo ao seio, o nariz e queixo devem tocar a mama. Não se preocupe, pois o bebê consegue respirar mesmo com o narizinho afundado na mama.

7)      O bebê precisa fazer pelo menos de 8 a 10 mamadas num período de 24 horas. Durante o dia, acorde-o a cada 2 – 3 horas. Durante a noite, é possível deixá-lo fazer um estiro mais longo, de 4 a 5 horas. Ofereça o seio em livre demanda, sempre que o bebê aceitar.

8)      Comprima o seio pela base ao amamentar, para ajudar o fluxo de leite.

9)      Após a mamada, tire um pouquinho do leite e espalhe por toda a aréola, deixando secar ao ar livre.

10)   Nunca, jamais, em hipótese alguma, ofereça o seio muito cheio e duro ao bebê. Primeiro faça massagens, da aréola até as extremidades, e depois ordenhe um pouco do leite até sentir a aréola bem flexível. Só então ofereça o seio ao bebê.

 

02abr

Bate papo sobre amamentação para gestantes e mamães!

Mais um bate papo sobre amamentação na Academia Aquatop, porém desta vez na filial Leblon. Aproveite para tirar suas principais dúvidas sobre esse momento tão importante e receber boas dicas de como ter sucesso na amamentação. O evento é gratuito e aberto a todas as interessadas! Portanto, divulgue para amigas, parentes e familiares. Aguardo vocês!

Quando: Terça feira, 5 de abril, às 19h30

Onde: Aquatop Leblon, Rua General San Martin 629

01abr

Psicologia da Amamentação

Adoro esse texto e vale a pena lembrar!

PSICOLOGIA DA AMAMENTAÇÃO

 

Por mais que se façam campanhas incentivando o aleitamento materno, algumas questões que dificultam o sucesso nessa empreitada devem ser discutidas para que possamos entender porque ainda hoje tantos fracassos rondam a amamentação. Qualquer mãe falará, sem sombra de dúvida, sobre a importância desse tema. Não há quem questione a obviedade da preferência pela forma natural de alimentação do bebê até, pelo menos, seis meses de idade. Também sabemos que as maternidades estão muito voltadas para o apoio à parturiente e costumam ser enfáticos no apoio neste momento. Por que ainda vemos tantos problemas com a amamentação: Podemos elencar alguns empecilhos e soluções.

Insistir com a gestante que a amamentação é um ato amoroso de extrema importância é uma faca de dois gumes. Se, por um lado, incentiva e valoriza os atributos da mãe, por outro, cria uma pressão na forma de expectativa, dando a entender que a mãe que não conseguiu amamentar teve dificuldades em amar seu bebê, sendo uma mãe “menos generosa”, menos mãe etc. Este tipo de enfoque também parte do pressuposto de que a amamentação não requer aprendizado e que basta querê-lo. Assim, a mãe que não supera as dificuldades deste tipo de alimentação, “não quis o bastante”. Pressupõe, esta abordagem puramente romântica, que não há o que ensinar, é tudo natural.

Primeiro, precisamos pensar que o homem sempre viveu em comunidade, desde os tempos primitivos e que a tradição oral dava conta de transmitir o aprendizado de geração em geração sendo a cultura inteiramente interativa, ou seja, mães e bebês não estavam isolados e uma mulher muito antes de dar à luz conhecia todo o desenrolar da procriação, pois participava do parto e puerpério das outras mães da comunidade. Havia uma tecnologia sim, da amamentação, e ela era passada entre as mulheres no convívio social. Hoje em dia, nem os cuidados básicos consigo mesmo são transmitidos dentro da família que, por si só, é isolada dos demais. Quantas pessoas (para não dizer mulheres) aprenderam a cozinhar com seus pais? A transmissão do conhecimento costuma ser acadêmica e o espaço de troca desapareceu. Cada casal tem o seu bebê sem contar com a ajuda da comunidade: temos babás, enfermeiras, psicólogas, médicas etc. Não é incomum que o primeiro bebê a ser cuidado por um casal seja o seu próprio. Muitos homens carregaram pela primeira vez um bebê quando nasceu o seu! Incentivar a amamentação sem ensinar “macetes” é uma forma de abandono à própria sorte e pode gerar ansiedade, o que, por sua vez, tende a atrapalhar o processo. Amamentação deve ser ensinada e facilitada.

Outra questão refere-se à transição entre a gestação e o puerpério. O primeiro modelo de cuidado que a mãe tem é gestacional, quer dizer, para a parturiente nada do que ela fizer se compara à plenitude da gravidez. Isso tem dois aspectos: num ela não se dá conta de que foi capaz de gerar outro ser humano com seus próprios recursos corporais e, portanto, não atribui a si a potência suficiente para cuidar do bebê fora da barriga. Num caso extremo, a mãe se vê impotente diante da tarefa, pois está alienada do seu papel fundamental até então.

Noutro lado, ela pode reconhecer a magnitude de seu desempenho e tem como modelo nada menos do que a satisfação plena que era capaz de proporcionar ao bebê. Neste caso, existe uma dificuldade de sair do modelo onipotente da gestação. Em ambos os casos, o que se procura é reafirmar a potência da gestação e valorizar o puerpério, ajudando a gestante a abandonar o primeiro modelo de cuidado onipresente, ou seja, fazer a completa transição para cuidado fora do útero.

Outra questão que atravessa tudo que diz respeito ao humano é a cultura. Não podemos pensar em amamentação como algo “natural”, porque não somos seres simplesmente regidos pelo biológico. Como nos aponta ALMEIDA (1999): “A amamentação, além de ser biologicamente determinada, é socioculturalmente condicionada, tratando-se, portanto, de um ato impregnado de ideologias e determinantes que resultam das condições concretas da vida”. Assim, cada grupo social ira incentivar ou não a lactação em função de questões históricas e sociais. Quando nos vemos frente a dificuldades no aleitamento, temos que nos ocupar com uma anamnese que pesquise fatores culturais e familiares daquela dupla de mãe e bebê. Expectativas, fantasias, ideário familiar (desempenho das outras mulheres da família ou meio social). Algumas mulheres se vêem diante da desconcertante tarefa de superar suas próprias mães que, muitas vezes, fracassaram e tendem a desestimulá-las evitando que se frustrem como elas mesmas.

Devemos ter em mente que tudo o que acontece à dupla mãe/bebê envolve os aspectos da subjetividade e da díade, sua intersubjetividade, o corpo de ambos e o contexto sociocultural e histórico. Falar de amamentação é falar de relacionamento humano e deve ser encarado em suas múltiplas facetas.

Muitas são as questões que atravessam os cuidados com a amamentação e não podemos nos eximir de nossas responsabilidades no apoio efetivo para o bom desempenho dessa importantíssima tarefa.

 

Vera Iaconelli

 

Referência bibliográfica

ALMEIDA, João Aprígio Guerra de. Amamentação: um híbrido natureza-cultura. Ed. Fiocruz, Rio de Janeiro, 1999.