19abr

Livro recomendado: “Socorro, eu não sei AMAMENTAR!”, de Grasielly Mariano

Sabe aqueles livros que a gente nem leu ainda e já recomenda? Pois este é mais um destes casos. A enfermeira Grasielly Mariano reuniu sua experiência enquanto enfermeira, consultora em amamentação e mãe e nos presenteou com mais uma publicação direcionada às mães que buscam o sucesso na amamentação.

Vejam o release:

Amamentar não é instintivo? Definitivamente, NÃO! Mamães aprendem amamentar, amamentando… E bebês aprendem a mamar, mamando. Entretanto, esse relacionamento nem sempre tem início tranquilo, o que leva muitas famílias ao desespero. Ter dificuldade para amamentar torna tudo muito urgente, pois os sintomas da mãe ou do bebê desestabilizam a harmonia familiar, deixando os membros muito tensos e dispostos a encontrar qualquer solução mais fácil e rápida – nem que seja oferecer a tão temida fórmula infantil na tentativa de conseguir tranquilidade, aliviar dores, dormir e ter uma falsa sensação de que está tudo bem… Pelo menos pelas próximas duas horas. Um crime!

Um livro-guia escrito por uma enfermeira, consultora em aleitamento materno, mãe de duas crianças, que compartilha suas experiências pessoais e profissionais para ajudar as mais novas nutrizes a amamentarem seus bebês. Escrito em 25 capítulos, o livro traz orientações sobre como proceder se a mamãe for surpreendida pelas fissuras e rachaduras, mastites, bloqueio de ductos, se ela tiver feito mamoplastia, se quiser se preparar para o retorno ao trabalho, se ela tiver uma doença, entre outros tantos assuntos de extremo valor para a família toda, fundamentado na ciência e nas experiências profissionais.

Nunca escondi, e até me sinto orgulhosa de dizer, que me tornei consultora porque me comovi com as minhas próprias frustrações, porque sonhei enlouquecidamente com minha filha mamando até que ela mesma quisesse parar, e tudo parecia jogar contra. Passei inúmeras noites acordada tentando ajudar a mim mesma, chorei, pedi ajuda, ouvia todos os conselhos de “anjinhos” e “diabinhos”, até que finalmente encontrei, de uma forma que eu não imaginava, o tão sonhado “Prazer em Amamentar”.

Grasielly Mariano é enfermeira, consultora em aleitamento materno por três instituições insternacionais, membro pesquisador do Núcleo de Ensino e Pesquisa em Aleitamento Materno da Escola de Enfermagem da USP. Já escreveu muitos artigos científicos na área, os quais foram publicados e apresentados no Brasil e no exterior. Ainda, realiza pesquisas no Canadá e Portugal sobre a temática da amamentação e relactação.

Editora Lexia

Lançamento: Maio – 2011 em São Paulo

Informações: livro@lactare.com

Site: http://socorroeunaoseiamamentar.wordpress.com/

 

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Comments

  1. disse:Falar sobre a minha experieancia com a ammetnaae7e3o daria um livro. Tentarei resumir a minha experieancia neste espae7o e espero ajudar de alguma forma as futuras mame3es:Marina grudou no meu peito nos primeiros instantes de vida. Foi o nosso primeiro contato e eu entendi o que era aquele amor que me diziam que existia e que apesar de eu imaginar, eu ne3o tinha como dimensione1-lo. c9 visceral. Assim foram o segundo, o terceiro, o quarto encontro’ para a ammetnaae7e3o. Mas, a magia parou mais ou menos por ai Cada dia foi ficando mais doloroso ammetnaar, o bico dos meu peito feriu e quando Marina sugava era como se estivessem jogando e1lcool numa ferida aberta. Com 4 dias de nascida, em 1o. de janeiro de 2011, uma amiga de uma amiga, sensibilizada com o que eu estava vivendo, abriu a porta de sua casa e me ensinou a ammetnaar. c9 isso, entendi que ammetnaar ne3o era te3o natural e rome2ntico como era tratado pelas campanhas. Ela me ensinou a fazer massagens e a ajudar a Marina a fazer a pega’ da forma correta (ela mamava inicialmente o bico e foi isso que me machucou daquela forma). Foi ficando mais fe1cil, mas, a essa altura eu je1 estava de frente para um segundo problema: o choro constante de Marina e a insegurane7a quanto a saciedade dela com o meu leite. Ne3o tenho dfavidas que essa foi a parte mais complicada. Procurei a ajuda do pediatra que sem avaliar a situae7e3o como merecia receitou o NAN e afirmou peremptoriamente que era fome. Meu mundo caiu ali, pois eu tinha muito forte em mim que eu poderia ficar sem o bico do peito, mas, ne3o abriria me3o da ammetnaae7e3o exclusiva em livre demanda ate9 os seis meses. Liguei para uma amiga desesperada e ela disse que eu Nc3O DESSE COMPLEMENTO que Marina ne3o tinha, necessariamente, fome e que o choro pode indicar muitas coisas e naquela fase era prove1vel que fosse apenas adaptae7e3o ao mundo. Ne3o comprei o NAN. Insisti com a ammetnaae7e3o. Dentre outras coisas ouvi que talvez’ meu leite fosse fraco. A essa altura eu je1 estava bem forte e apesar de incomodada com a desinformae7e3o, sobretudo das pessoas mais velhas que ne3o acreditam na ammetnaae7e3o exclusiva em livre demanda ate9 os 6 meses. Bom, me sinto muito realizada em ter vencido as minhas limitae7f5es fedsicas e a presse3o externa que tentavam empurrar um mingauzinho’ em minha filha para matar a suposta fome dela. Marina je1 este1 quase com 7 meses, e9 forte e saude1vel. Sf3 a partir dos 6 meses introduzi alimentos e ela este1 tirando de letra essa novidade. O peito virou entretenimento, dou apenas 3 vezes ao dia para fazer uma gracinha . Entendo as me3es que desistem pois, de fato, ne3o e9 fe1cil. Mas, aconselho a todas que tentem se superar. O Amor foi meu alicerce, pois, eu sabia que o meu leite era o melhor que ela poderia ter.Pri, vocea, como sempre, engajada em causas nobres! Parabe9ns pelas fotos! Elas se3o sensedveis e tocantes. Seu olhar sobre as coisas diz muito sobre vocea! Beijos!

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