07mai

Amamentação pós cirurgia – relato de sucesso de Daniela Rotbande

Hoje eu gostaria de compartilhar com vocês o relato de uma verdadeira guerreira, minha amiga Daniela Rotbande! A Dani me procurou assim que soube que precisaria passar por um procedimento cirúrgico, pois as informações acerca da manutenção da amamentação em conjunto com a administração de contrastes para exames, assim como durante a preparação e pós cirúrgico estavam muito desencontradas. Foi mais do que emocionante acompanhar a verdadeira luta dessa amiga para manter a amamentação da fofucha Nina mesmo com todos os obstáculos! A Dani foi incansável: buscou informação de qualidade, profissionais antenados e que fossem capazes de entender a importância da amamentação na vida dela e, principalmente, acreditou que seria possível.

E hoje, finalmente, essa história virou relato. Que sirva de inspiração para muitas e muitas mães!

Relato Daniela Rotbande (clique no link para ler!)11120100_1064548730239179_1911638283_n

06mar

A pressão social pelo desmame

desmameVamos falar de alguns tabus? Desmame social: o que é? É a pressão que nós, mulheres que amamentamos, sofremos de nossos familiares, parceiros, companheiros ou superiores de trabalho ou até mesmo do entorno social, para desmamar nossos filhos antes que estejamos prontas para tal. Por isso resolvi traduzir um texto muito bacana sobre como lidar quando seu parceiro quer que você desmame. (Clique em cima do link para ler)

Espero que gostem!

A tradução é livre e foi feita por mim mesma.

O link original está em http://www.phillyvoice.com/when-your-partner-wants-you-wean-breastfeeding/

 

05set

FAQ da Amamentação

Nesse último mês de agosto, tive o prazer de colaborar para o FAQ de Amamentação publicado no Blog Paizinho Vírgula. Aproveito o espaço para compartilhar com vocês. Um obrigada especial ao Thiago Queiroz pela oportunidade!

Clique em cima de cada imagem para ampliar.

FAQ Amamentação Parte 1

FAQ Amamentação Parte 2

04set

Relato de amamentação pós redução mamária

tamaraHoje recebi o relato da querida Tamara Rothstein e gostaria muito de compartilhar com vocês! É uma história de complementação temporária com final feliz, pois após 1 mês e meio de vida ela conseguiu retirar o leite artificial e segue em aleitamento materno exclusivo, mesmo tendo realizado uma cirurgia de redução mamária há alguns anos. É claro que nenhuma história é igual a outra, mas através desta percebemos o quanto é importante olhar o bebê, perceber seus sinais de saciedade e confiar no processo.

No peito e na raça, por Tamara Rothstein

15jul

Curso de capacitação para atendimentos em amamentação no RJ

Capacitação para Atendimento em Amamentação

Sábado e domingo 9-18h | 02 e 03 de Agosto de 2014
INSCRIÇÕES ABERTAS!

Objetivos do Curso: O curso tem como objetivo discutir os aspectos fisiológicos e emocionais da amamentação, bem como mitos, dificuldades comuns e os principais tópicos relacionados à orientação e manejo do aleitamento materno.

Proposta do Curso: Abordagem teórico-prática baseada em aulas expositivas, debate coletivo, discussão de casos e demonstrações práticas. Trata-se de um curso de capacitação de 16 horas, direcionado a profissionais de saúde, doulas, educadoras perinatais e demais interessados em atuar dando suporte a mulheres durante o processo de amamentação.

Docentes

Bianca Balassiano é psicóloga e consultora de amamentação do projeto Posso Amamentar desde 2010. Em 2011, especializou-se em Psicologia Perinatal pelo Instituto Gerar (SP) e em 2012 iniciou a Pós-Graduação em Atenção à Saúde Integral Materno-Infantil (Maternidade Escola da UFRJ), além da Formação em Psicanálise pelo Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro. É coordenadora da ONG Cinematerna no Rio de Janeiro e dos encontros do Ishtar – Espaço para Gestantes em Copacabana.

Gabriela Prado é psicóloga, educadora perinatal e doula do Núcleo Carioca de Doulas, acompanhando gestantes, parturientes e puérperas. Fez o curso de atualização “A Ecologia do Parto e Nascimento” em 2009 e iniciou suas atividades de suporte ao pós-parto e amamentação em 2010. É coordenadora dos encontros do Ishtar – Espaço para Gestante na Tijuca.

Maíra Libertad é graduada e mestre em enfermagem pela Unicamp, tem especialização em enfermagem obstétrica pela UERJ (2006) e doutorado em Ciências Médicas também pela UERJ. É enfermeira obstétrica atendendo partos domiciliares na cidade do Rio de Janeiro/RJ, bem como dando suporte ao pós-parto e amamentação.

Programação

Sábado

9h | Apresentação

9h30 | Fisiologia da amamentação

10h30 | Os primeiros dias de amamentação – ciclos de sono e vigília, o que esperar, como orientar, como identificar problemas

11h30 | A descida do leite – chegada em casa, dificuldades, intercorrências, diferenças entre filhos

13h | Almoço

14h | Normas de amamentação: mitos e verdades – alimentação da mãe, apetrechos de amamentação, uso de medicamentos

15h30 | Como promover a amamentação na gestação

16h | Coffee break

16h30 | Ética e atendimentos – o que estou habilitada a fazer, o papel da conselheira, limitações, onde buscar ajuda, como referenciar e a quem

Domingo

9h | Como intervenções no parto afetam a amamentação

10h | Amamentação na sala de parto

11h | Como observar e avaliar a mamada – pega, posicionamento, anamnese

12h30 | Almoço

13h30 | Principais problemas e seu manejo

15h30 | Questões emocionais da amamentação

16h30 | Coffee break

17h | Situações especiais – gemelares, prematuridade e baixo peso, mamoplastia, internação, hipogalactia real

Informações Práticas

Custo: O valor do curso é R$ 420,00 à vista. O pagamento é feito via PagSeguro, através de boleto ou cartão de crédito e há diversas opções de parcelamento no cartão (por exemplo, o valor para parcelamento em 3 vezes é de R$ 445,00, calculado automaticamente no momento da compra).

Local: Copacabana, Rio de Janeiro/RJ

Público: profissionais de saúde, doulas, educadoras perinatais e demais interessados em atuar dando suporte a mulheres durante o processo de amamentação (não é necessário ser profissional de saúde ou ter experiência prévia).

* O curso será confirmado com um mínimo de 10 alunas inscritas. Tão logo a turma seja confirmada, todas as inscritas serão notificadas via e-mail. Caso o curso não se confirme, o valor pago será devolvido integralmente.

* Em caso de desistência após o pagamento, haverá devolução de 70% do valor caso a notificação da desistência se dê no máximo 15 dias antes da data de início do curso e/ou módulo contratado.

Informações exclusivamente por e-mail: levatricecursos@gmail.com

http://www.levatrice.com/#!amamenta/c1dl9 

21mar

Curso de preparação para o parto e pós-parto em abril no Rio de Janeiro!

Inscrições abertas para mais um curso organizado pelo Núcleo Carioca de Doulas no Rio de Janeiro! Estarei presente para um bate papo sobre amamentação no curso do dia 13/4, aguardo vocês!

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Maiores informações no folheto acima. Para inscrever-se, basta enviar um e-mail para: doulas.rio@gmail.com

 

06fev

Cursos para gestantes no Rio de Janeiro – Núcleo Carioca de Doulas

14set

Estreia mundial do filme “Freedom for Birth” (Liberdade para nascer) no Rio de Janeiro!

LIBERDADE PARA NASCER – LANÇAMENTO GLOBAL
A REVOLUÇÃO DAS MÃES

Um novo documentário que reposiciona o parto e o nascimento como a mais urgente questão de Direitos Humanos na atualidade será lançado em centenas de premières em todo o mundo no mesmo dia, 20 de setembro de 2012. No Rio de Janeiro, a exibição será no Auditório da Universidade Cândido Mendes Ipanema – Rua Joana Angélica, 63 – 6º andar (Auditório) às 19h30, seguido de debate sobre a liberdade de escolha do local de parto.

Liberdade para Nascer é um documentário de 60 minutos com os maiores especialistas mundiais sobre o tema e advogados internacionais da área de Direitos Humanos, todos conclamando por uma mudança radical nos sistemas obstétricos mundiais.

Hermine Hayes-Klein, advogado dos EUA e organizador da recente Conferência sobre Direitos Humanos no Parto em Hague, na Holanda, diz: “O modo como o parto e o nascimento são tratados em muitos países ao redor do mundo é profundamente problemático. Milhões de mulheres grávidas são empurradas para hospitais, deitadas e cortadas. Elas estão sujeitas a intervenções cirúrgicas e farmacológicas desnecessárias que seus prestadores de cuidado admitem publicamente que são impostas por questões financeiras ou de conveniência. Mulheres de todo o mundo estão acordando para o fato de que o parto e o nascimento não precisam ser assim e não deveriam sê-lo. Desrespeito e abuso não são preços necessários a pagar pela segurança”.

Realizado pelos cineastas britânicos Toni Harman e Alex Wakeford, Liberdade para Nascer conta a história da parteira húngara Agnes Gereb que foi presa por dar suporte a mulheres que escolhem parir em casa. Uma das mulheres acompanhadas por Agnes decidiu levantar-se conta essa injustiça.

Grávida de seu segundo filho, Anna Ternovsky levou seu país para o Tribunal Europeu de Direitos Humanos e ganhou um caso histórico que tem implicações profundas para o parto em todo o mundo.

Toni Harman, um dos cineastas, diz: “A decisão do caso Ternovsky versus Hungria no Tribunal Europeu de Direitos Humanos em 2010 significa que, agora, na Europa, todas as mulheres têm o direito legal de decider onde e como vai parir. E ao redor do mundo, significa que, se uma mulher sente que seus Direitos Humanos estão sendo violados porque suas escolhas sobre parto não estão sendo respeitadas, ela pode utilizar o poder da lei para proteger esses direitos. Com o lançamento de Liberdade de Nascer, nós esperamos que milhões de mulheres fiquem cientes de seus direitos legais e, por isso, nosso filme tem o potencial de deflagrar uma revolução mundial no cuidado à maternidade. De fato, nós estamos chamando isto de A Revolução das Mães.”

No Brasil, recentemente, duas grandes mobilizações nacionais foram organizadas por mulheres da sociedade civil para defender o direito de escolher onde e como parir – a “Marcha do Parto em Casa”, em junho de 2012, e a “Marcha pela Humanização do Parto”, em Agosto de 2012, ambas realizadas simultaneamente em mais de 30 cidades em todo o país. Somente na primeira Marcha, estima-se que mais de 5.000 pessoas reuniram-se para defender o direito de escolha das mulheres, bem como reivindicar mudanças no modelo obstétrico vigente no Brasil – onde 52% dos nascimentos ocorrem através de um procedimento cirúrgico e em torno de 25% das mulheres relatam ter sofrido violência obstétrica durante o parto (conforme dados de estudos nacionais).

O lançamento do filme Liberdade para Nascer já está confirmado em centenas de exibições simultâneas em todo o mundo, incluindo algumas cidades brasileiras. O Rio de Janeiro está entre elas!

Organização:
Obstare – Assistência Médica Integral à Mulher (Ana Fialho)
Posso Amamentar – Consultoria em Amamentação (Bianca Balassiano)
Ishtar Espaço para Gestantes Rio de Janeiro

Apoio:
Universidade Cândido Mendes

ATENÇÃO!
Cópia legendada em português!
Capacidade da sala: 120 pessoas
Evento gratuito. Serão distribuídas senhas (no máximo 2 por pessoa), por ordem de chegada, a partir das 17 horas, até o limite de pessoas que a sala comporta.

Site oficial do filme: http://www.freedomforbirth.com/

Evento no Facebook (para divulgação): https://www.facebook.com/events/114788045337590/

15ago

Entrevista para o Via Blog: “Toda criança tem direito ao aleitamento materno”

Essa semana fui entrevistada para o Via Blog. Abaixo ou no link vocês podem conferir o resultado! Aguardo os comentários…

Toda criança tem direito ao aleitamento materno

14 de agosto de 2012 | por  | Categoria(s): NOTÍCIAS

Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA garante o direito de toda criança à amamentação. O estatuto coloca, ainda, como responsabilidade do poder público, das instituições e dos empregadores propiciar condições adequadas ao aleitamento materno.

“Esse direito é importante porque, de tudo o que há disponível para alimentar uma criança até os seis meses ou mais – até os seis meses exclusivamente e, depois, até quando isso for bom para a mãe e para a criança – o leite materno é o melhor. Ele concede anticorpos para a criança, que, quando nasce, tem a imunidade muito baixa e é o leite materno que vai conferir a proteção inicial de que ela precisa. Ele vai colonizar todo o sistema digestivo da criança para que ela possa receber, futuramente, outros alimentos e vai garantir que ela tenha um desenvolvimento saudável. É o direito de a criança receber o melhor”, explicou Bianca Balassiano, psicóloga e consultora em amamentação.

A psicóloga lembra, ainda, que é preciso garantir, além da nutrição da criança, o desenvolvimento emocional saudável, o que passa pelo desejo da mãe de amamentar seu filho. “A amamentação é uma oportunidade de desenvolvimento do vínculo da mãe com o bebê. Esse vínculo é importante para o desenvolvimento da criança, para que ela possa ser autoconfiante, para que ela possa se desenvolver como sujeito no mundo, e a amamentação é uma oportunidade de estreitamento desse vínculo”, disse Balassiano ao apontar que alguns estudos relacionam a amamentação também à menor incidência de violência doméstica. “Para a questão emocional, o importante é que a mãe tem uma grande oportunidade de passar um tempo olhando seu filho, conhecendo seu filho, mantendo contato até desenvolver um vínculo enriquecido, prática que se perde quando você faz o uso, por exemplo, de uma mamadeira que qualquer pessoa pode oferecer. Eu não estou dizendo que se não houver amamentação não pode haver vínculo, que fique claro, mas a amamentação é uma oportunidade: se puder acontecer é maravilhoso, se não puder, é preciso encontrar outros caminhos para estabelecer esse vínculo”, explicou.

Embora os órgãos de saúde recomendem o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade, as mães conseguem, no máximo, quatro meses de licença maternidade para poder amamentar. “Para que as mães possam amamentar ao longo dos seis meses, existe o aparato legal que prevê a entrada no trabalho uma hora mais tarde ou a saída uma hora mais cedo; ou o direito a dois intervalos de meia hora além dos intervalos oficiais”, disse Balassiano.

A maioria das mães usa esse intervalo para ordenhar o leite e armazená-lo para manter o aleitamento. “Mas para isso é preciso planejamento. A gente recomenda que a mãe comece a armazenar o leite um mês antes de voltar ao trabalho, para ter um estoque. Também é preciso alguém que possa alimentar a criança com esse leite enquanto a mãe estiver trabalhando, para poder manter o aleitamento exclusivo até o mais próximo possível dos seis meses”, explicou a especialista.

No Brasil, não há doação de leite de mãe para mãe, como existe em outros países em que mães doadoras podem ser encontradas até mesmo por meio da internet. “No Brasil, não temos isso porque a legislação diz que o leite doado precisa passar por processo de pasteurização, uma vez que não há como rastrear os exames de sangue da mãe em doações diretas. A gente sabe, porém, que isso acontece, em especial em comunidades com menos acesso à informação, com níveis sociais mais baixos. Já os bancos de leite, responsáveis pelo armazenamento e pelo processamento de leite materno, não fazem doação para as mães, eles fornecem leite apenas para os bebês internados nos hospitais referência”, disse a consultora em amamentação ao explicar que, no caso de mães que não possam amamentar – por serem, por exemplo, portadoras de doenças contagiosas –, as opções se restringem às fórmulas substitutivas do leite materno.

Campanhas deveriam alertar para possíveis problemas

Promovida pela Organização Mundial da Saúde – OMS, a Semana Mundial do Aleitamento Materno, que aconteceu, no início do mês, em mais de 170 países, teve como objetivo estimular a amamentação e melhorar a saúde de crianças menores de cinco anos em todo o mundo.

Apesar do mérito de chamar a atenção da população para o tema, para Balassiano, as campanhas deveriam também fornecer informações sobre como lidar com os problemas que podem surgir durante o período de amamentação. “A gente sempre tem as campanhas do Ministério da Saúde, que são lançadas durante aSemana de Aleitamento, mas, na verdade, eu fico um pouco decepcionada. As campanhas valorizam o aleitamento, mas deixam de informar que o aleitamento materno nem sempre vai acontecer sem problemas, nem sempre a mãe vai sair do hospital amamentando bem, sem nenhuma intercorrência, e deixam de explicar onde a mãe poderá buscar ajuda”, observou a consultora em amamentação.

Orientação pode ser buscada na Rede de Bancos de Leite Humano

O Brasil tem a maior Rede de Bancos de Leite Humano do mundo. São mais de 200 bancos de leite espalhados pelo país, que oferecem, além do serviço de armazenamento, processamento e pasteurização do leite, e orientação gratuita para a população sobre o aleitamento materno. “A gente exporta tecnologia para o mundo inteiro em bancos de leite, mas aqui a maioria das pessoas desconhece esse serviço. Isso aconteceu comigo. Fui mãe há sete anos e tive um problema com a amamentação da minha filha. Como estava bem informada, no segundo dia de vida da minha filha fui até o banco de leite humano no Instituto Fernandes Figueira, aqui no Rio de Janeiro, e fui atendida maravilhosamente bem por enfermeiras e acompanhada por pediatra. Acho que minha história de amamentação só foi bem-sucedida por causa desse tipo de apoio”, contou a especialista sobre o serviço gratuito mantido pela Fundação Oswaldo Cruz.

Para encontrar o Banco de Leite Humano mais próximo de onde você mora, consulte esta página

Bernardo Vianna / VIA blog

 

01ago

Campanha de Amamentação 2012 – Ministério da Saúde

 

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Eduardo Vaz, lançaram, nesta quarta-feira (1/08) no Rio de Janeiro, a Campanha Nacional de Amamentação 2012. O evento integra a 21º Semana Mundial de Amamentação, que ocorre até o dia 7 de agosto, com comemorações em todo o País. Durante a ocasião, Padilha anunciou R$ 45 milhões para investir na qualificação do pré-natal em 2.120 municípios. As ações fazem parte da estratégia Rede Cegonha, lançada em 2011, para ampliar e qualificar a assistência prestada às gestantes e aos bebês no Sistema Único de Saúde (SUS).

“As mães que enfrentaram dificuldades de amamentar no passado foram fundamentais para reforçar a importância de conscientizar as mulheres sobre os benefícios do aleitamento hoje”, lembrou o ministro Alexandre Padilha durante o lançamento da campanha que este ano tem como tema “Amamentar hoje é pensar no futuro”. A madrinha deste ano é a cantora Wanessa, mãe de José Marcus, nascido em janeiro. “Agradeço profundamente a você Wanessa por ter aceitado este convite. O Ministério da Saúde tem sempre gratidão e alegria em saber que mulheres como você nos ajudam a acabar com mitos sobre aleitamento materno”, declarou Padilha.

A campanha produzida pelo Ministério da Saúde e a SBP tem como objetivo incentivar às mães brasileiras a amamentar até os dois anos ou mais e de forma exclusiva até os sexto mês de vida do bebê. “Foi a maior descoberta da minha vida este dom que é amamentar. Se a mulher pode e tem saúde para amamentar não há motivo para não fazê-lo”, destacou Wanessa. O leite materno é um dos maiores aliados no combate à mortalidade infantil. Só na última década, o Brasil reduziu a taxa em 47%, graças a um conjunto de políticas públicas voltada para a família, a gestante e a criança.

Matéria retirada do link: http://www.blog.saude.gov.br/ministerio-da-saude-e-sbp-lancam-a-campanha-nacional-de-amamentacao-2012/

Abaixo você encontra o material oficial da Campanha de Amamentação 2012 para download e divulgação:

 

Campanha Amamentação 2012 – vídeo oficial

 

Material retirado de: http://www.blog.saude.gov.br/compartilhe-na-rede-amamente/#amamente